Muitos centros de equoterapia estão enfrentando a pandemia do Covid-19 e nesse momento é necessária a prevenção da equipe, praticantes e familiares.
Covid19 – coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus foi descoberto em 31/12/2019, após casos registrados na China. Provoca a doença chamada de coronavírus (Covid-19). A maioria das pessoas se infectam com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem com o tipo mais comum do vírus. Os coronavírus mais comuns que infectam humanos são o alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1. A pandemia iniciou na China, tem se espalhado no mundo e agora no Brasil também. (Ministério da Saúde)
E como realizar a prevenção nos centros de equoterapia…
Segundo as orientações de cada governo, parcerias e convênios, alguns centros de equoterapia já suspenderam os seus atendimentos e outros continuam atendendo com prevenção e orientação às famílias das pessoas com deficiência.
Ainda de fato, não sabemos como funciona a legislação na continuidade do repasse de verba para os convênios e parcerias com as prefeituras, uma situação dependente de contrato direcionado a cada prefeitura, estado ou até mesmo na união a respeito de uma pandemia, deixando os centros de equoterapia preocupados nos aspectos financeiros, porém algumas prefeituras já suspenderam os atendimentos devido a proliferação do Covid-19.
Nosso trabalho da equoterapia é com contato direto e manuseio da pessoa com deficiência, sendo assim temos contato com secreções, saliva, roupas, mãos, espirros, entre outros. Vale ressaltar que a transmissão é fácil e precisamos tomar o cuidado redobrado.
Mesmo que seja uma ambiente aberto, é propício as transmissões devido ao contato direto, necessitando de orientações e prevenções.
Seguem algumas orientações de prevenção aos centros que não tiveram suas atividades suspensas:
- Orientação às famílias sobre o COVID-19, uma vez que muitas são leigas de informações e existem fakes e inverdades sobre a transmissão. Contudo sobre a importância da higiene e manter-se afastados de aglomerações;
- Avaliar com a equipe os casos diagnósticos de maior vulnerabilidade em saúde para a manutenção do atendimento, como casos motores graves, cardíacos, diabéticos e respiratórios;
- Evitar a alimentação do cavalo pelo praticante sem higienização;
- Proporcionar higienização constante das mãos da equipe, praticantes, entre outros locais que forem necessário com álcool em gel ou água e sabão;
- Higienizar mantas, cilhões, rédeas, entre outros equipamentos após cada atendimento na equoterapia, evitando mantas de tecido ou colocando alguma forragem para melhor higiene;
- Buscar informações antes do atendimento se o praticante ou familiar da pessoa com deficiência se encontra com algum sintoma voltado a transmissão do vírus, como tosse, febre, entre outros. E se o praticante ou a família tiver com algum sintoma característicos, não atender;
- Utilização de materiais de segurança como máscaras e óculos de proteção, porque todos nós sabemos na equoterapia que secreções dos praticantes como espirros e corizas são constantes no nosso atendimento e temos contato direto com esses sintomas, até mesmo nos casos de sialorréia;
- O equoterapeuta assim que chegar em sua residência já colocar sua roupa e material de equitação para higienização.
Na dúvida, não atenda, precisamos preservar a vida humana!

