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Criança com nanismo vira personagem em campanha de conscientização

#descricaodaimagem #pratodosverem arte com o nome da campanha: 'Minha história vai além', no lado esquerdo. Já no lado direito está a ilustração de uma menina pequena com um cachorro grande. Acima deles estão duas estantes suspensas.

Em seu 3º ano, campanha apresenta conto infantil para ajudar a sociedade a entender a acondroplasia (Imagem: Reprodução)

A acondroplasia é o tipo mais comum de nanismo comprometendo o crescimento de 1 a cada 25 mil crianças nascidas todos os anos. Apesar da característica mais conhecida e aparente ser a baixa estatura, a condição vai além, podendo também desencadear complicações ortopédicas, cardiorrespiratórias e auditivas, entre outros impactos.

E mesmo com o acesso à informação dos dias atuais, ainda existe um longo caminho para melhorar o dia a dia de quem vive com a acondroplasia, e conhecer suas histórias é parte essencial dessa transformação. 

Por essa razão, a campanha ‘Minha história vai além’, da biofarmacêutica BioMarin, retorna em seu 3º ano consecutivo para marcar o Dia Nacional de Combate ao Preconceito Contra a Pessoa com Nanismo e o Dia Internacional de Conscientização do Nanismo, ambos no dia 25 de outubro.

“A conscientização sobre a acondroplasia é mais do que uma missão; é um compromisso com a equidade e a inclusão. Essa é uma condição médica que afeta muitas vidas, e é nossa responsabilidade contribuir para a educação e sensibilização. Através desta campanha, estamos empenhados em ampliar a compreensão pública sobre a acondroplasia, dando luz a uma história inspiradora e real para promover uma sociedade mais inclusiva e acolhedora, gerando mudanças significativas para que todos tenham a oportunidade de alcançar seu pleno potencial, independentemente de sua estatura” pontua Eduardo Franco, diretor médico da BioMarin na América Latina.

Minha história vai além

Neste ano, a campanha traz uma animação infantil e lúdica que tem como personagem principal a Liz, que representa crianças com acondroplasia e é inspirada na vida de Liz Faleiro, uma menina capixaba de 5 anos que também tem esse diagnóstico. 

Na história da campanha, ela tem grandes sonhos e enfrenta desafios diários em decorrência de sua condição – como correr, alcançar objetos, ir a consultas médicas – com a ajuda de sua amiga imaginária Hakuna, uma cachorra gigante que também foi inspirada no animal de estimação da família.

Além da animação de Liz, a campanha juntou esforços com o projeto ‘Por dentro da história’ e criou um livro personalizável no qual os pais podem fazer com que a personagem principal tenha as características de seus filhos e todos façam parte da iniciativa. A personalização está disponível no site da campanha.

O portal também conta com diversos conteúdos que visam não apenas informar a sociedade, mas também oferecer suporte, representatividade e inspiração a pacientes e suas famílias.

Sobre a acondroplasia

Conhecida como a causa mais comum de nanismo, a acondroplasia é uma doença rara que afeta os ossos e a cartilagem devido a uma mutação no gene FGFR3, o que reduz a velocidade de crescimento ósseo, resultando em ossos de tamanhos desproporcionais e altura abaixo da média. Trata-se de uma alteração genética que compromete o crescimento de 1 a cada 25 mil crianças nascidas vivas, todos os anos. Cerca de 80% das crianças com acondroplasia nascem de pais de estatura mediana.

A acondroplasia vai além da baixa estatura e pode afetar outras partes do corpo, como por exemplo os ouvidos, com infecções e otites que afetam até 25% das crianças e pode levar à perda auditiva; a boca com problemas de desalinhamento dos dentes, palato estreito, mordida aberta ou prognatismo[5]; problemas na coluna como a cifose; cotovelos, com rigidez que pode limitar a capacidade de endireitar totalmente seus braços; nas pernas, com o arqueamento dos membros que afetam o caminhar e o correr e, podem necessitar de cirurgias; e outros problemas como obesidade, pressão arterial e dores nas costas e nas pernas.

Para saber mais acesse o site ‘Minha história vai além’.

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