Por Olimpíadas Especiais Brasil
Para garantir entretenimento e desenvolver a prática de atividades físicas para crianças com deficiência intelectual, Eunice Kennedy Shriver, irmã do presidente norte-americano John F. Kennedy, passou a realizar, em junho de 1962, no jardim de sua casa, uma espécie de acampamento.
Com o passar do tempo, o evento de um dia se transformou na Special Olympics, uma organização internacional, sem fins lucrativos, de apoio esportivo a pessoas com deficiência intelectual.
Reconhecida internacionalmente, a Special Olympics realizou, 6 anos mais tarde, em 1968, os primeiros jogos especiais na cidade de Chicado, em Ilinois (Estados Unidos).
Com a missão de proporcionar treinamento e competições esportivas, em diversas modalidades olímpicas, a Special Olympics tem aproximadamente 4,5 milhões de atletas credenciados, em mais de 170 países de todo o mundo.
No Brasil, a fundação é reconhecida como Olimpíadas Especiais, e atende cerca de 50 mil atletas, em sete estados.
Mantida por meio de patrocínios, a Olimpíadas Especiais Brasil atua por meio de parcerias com centros esportivos e se destaca em eventos nacionais e internacionais em modalidades como atletismo, basquete, bocha, futebol, ginástica rítmica, judô, natação, tênis e tênis de mesa.
Com foco no desenvolvimento e no envolvimento social do atleta, a Olimpíadas Especiais Brasil oferece uma série atendimentos para avaliar a saúde, além de desenvolver programas extensivos às famílias.
Embaixadores
A Olimpíadas Especiais Brasil conta com a parceria de embaixadores, entre eles, o velejador Lars Grael, o tenista Fernando Meligeni, e os jogadores de futebol Romário, Zico e Denilson, que trabalham na campanha em prol da realização de eventos oficiais no país.

