Com estreia adiada por conta da pandemia do coronavírus, o espetáculo ‘Lilás – um musical em tons reais’ vai abordar a inclusão. O musical, de Francisca Braga também vai abordar temas como alienação da sociedade, depressão e drogas.
O espetáculo narra a história de Liz, uma bailarina que trabalha em uma ONG e dedica a vida a tirar crianças das ruas, e de seu namorado, um artista plástico que acredita que sua parceira se expõe demais em seu trabalho.
Tudo transcorre normalmente até que algo inesperado acontece, mudando radicalmente este cenário de amor e leveza. Músicas como ‘Lilás’, ‘Nem um Dia’, ‘Samurai’ e ‘Oceano’ auxiliam no enredo deste romance.
O musical e a inclusão
Logo nas primeiras cenas do espetáculo conhecemos a protagonista Liz, uma artista engajada politicamente, lutando contra a alienação da sociedade perante a desigualdade social.
Ao desenrolar da história nossa heroína torna-se cadeirante, após mais de 15 anos dedicados a dança. Sua cabeça feita de ideais e convicções faz com que encare um mundo de novas possibilidades promovendo uma nova modalidade de dança em cadeira de rodas para pessoas que estão na mesma situação que ela.
O espetáculo aborda a prática de Wheelchair Dance, um esporte em cadeira de rodas, uma competição de dança, em que pelo menos um dos dançarinos está em uma cadeira de rodas.
Com direção geral de Kleber Montanheiro, direção de produção de Ligia Paula Machado, e direção musical de João Pardal os músicos tocam ao vivo no palco. Em cena, estão os atores Ligia Paula Machado e Luiz Araújo como o casal Liz e Miguel.
