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Minha história: Mestre Nei promove projeto de capoeira adaptada

Sidnei Sousa iniciou seu trabalho voluntário, há 8 anos, como Mestre Nei, tocando seu berimbau em praças da região Oeste da cidade de São Paulo. Atualmente, ele desenvolve um projeto de capoeira adaptada para crianças e jovens com deficiência, em Carapicuíba (SP).  Com a missão de levar cultura e inclusão social aos assistidos do Centro […]

Sidnei Sousa iniciou seu trabalho voluntário, há 8 anos, como Mestre Nei, tocando seu berimbau em praças da região Oeste da cidade de São Paulo. Atualmente, ele desenvolve um projeto de capoeira adaptada para crianças e jovens com deficiência, em Carapicuíba (SP). 

Com a missão de levar cultura e inclusão social aos assistidos do Centro de Atendimento Especializado Léa Rosenberg, Mestre Nei conta que desde o primeiro encontro com os assistidos pela instituição, convidou todos para brincar e conhecer a magia da cultura capoeirista.

“Desde então, houve o encontro da necessidade de inclusão dessas crianças. Por isso, mesmo sem ter experiência, adaptei a capoeira para promover a inclusão de todos, de acordo com cada deficiência”, explica Mestre Nei. 

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Assim nasceu o Projeto Gingando na Cidade Capoeira Adaptada, trabalho totalmente voluntário, realizado com amor e dedicação. 

Descrição da imagem: foto do capoeirista Mestre Nei. Ele está em pé e segura seu berimbau. Fim da descrição.
Mestre Nei: dedicação à inclusão de crianças e jovens com deficiência (Foto: Arquivo pessoal)

Entre os projetos mais recentes realizados por ele está o Programa Esporte Capoeira, que ele mesmo produz e apresenta em suas mídias sociais, recebendo atletas com e sem deficiência e pessoas que trabalham em prol da inclusão desses jovens na sociedade.

Por sua dedicação, o trabalho do Mestre Nei repercute positivamente na comunidade local. Mas, para conseguir manter os atendimentos, ele precisa do apoio da comunidade e da mídia. 

“Busco apoio de parceiros e empresas, que queiram apostar na inclusão como um caminho para uma sociedade mais justa e igualitária, para manter os atendimentos. Toda ajuda é bem-vinda”, completa o mestre capoeirista.  

Ele aproveita ainda para agradecer às instituições, ONGs e associações que sempre foram parceiras de seus projetos, abrindo espaço para promover a inclusão de crianças e jovens com deficiência.

Para saber mais acesse as redes sociais do Mestre Nei. 

O Instituto Léa Rosenberg

Prestes a completar 35 anos de existência, o Centro de Atendimento Especializado Léa Rosenberg foi criado pelo grupo de Senhoras Estrela Azul com a finalidade de atender pessoas com deficiência intelectual. 

Posteriormente foi fundado, pelo mesmo grupo, o Projeto Oficina, voltado a promover a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho.

Apesar de não ter apoio governamental, o instituto permanece diariamente com o atendimento a mais de 120 crianças e jovens com deficiência. Para saber mais acompanhe as redes sociais do Instituto Léa Rosenberg.

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Juliana Reis
Juliana Reishttps://www.portalacesse.com.br/
Jornalista, com mais de 20 anos de atuação, 13 deles atuando em projetos editoriais no segmento de acessibilidade e inclusão. Co-fundadora do Portal Acesse e da Ludik, agência de comunicação especializada em soluções inteligentes para auxiliar empresas que queiram promover uma comunicação para todos.
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