Há cinco anos, a APAE DE SÃO PAULO lançou a cesta especial Divina Dieta, que reúne alimentos preparados para pessoas com restrições alimentares, em decorrência da fenilcetonúria, uma condição genética rara que atinge uma a cada 19 mil pessoas, segundo dados do Ministério da Saúde.
Pessoas que têm fenilcetonúria não podem consumir uma grande variedade de alimentos, para evitar problemas neurológicos como a deficiência intelectual, por exemplo.
Pensando nisso, a associação idealizou o programa Cesta Especial, e conta com padrinhos que financiam essa alimentação específica para famílias que não podem pagar.
Cesta especial Divina Dieta
Pensando em melhorar a qualidade de vida das pessoas com fenilcetonúria e outras doenças metabólicas, a associação criou a Divina Dieta, uma linha de alimentos com baixo teor de fenilalanina e alto padrão de qualidade.
Sem abrir mão do sabor, a cesta especial, que é doada para as famílias, contém produtos para todas as refeições, como café da manhã, almoço, jantar e lanche escolar, além de algumas guloseimas, como chocolates. Há também itens especiais para datas comemorativas, como a Páscoa e o Natal.
Apadrinhamento e doações da Divina Dieta
Muitas famílias não têm condições de comprar esses alimentos específicos. Por isso, a APAE DE SÃO PAULO criou o projeto das cestas especiais, que consiste no apadrinhamento de uma pessoa pelo período de 12 a 24 meses, com a contribuição mensal no valor de 250 reais.
Atualmente, a organização atende 87 famílias, no entanto, há centenas de pessoas na fila de espera, aguardando novos padrinhos para serem beneficiadas.
Se você puder ajudar, doando uma cesta especial, envie um e-mail para: lucas.alonso@apaesp.org.br ou faça contato pelo telefone (11) 5080-7151.
A fenilcetonúria
Pessoas com fenilcetonúria possuem a deficiência de uma enzima muito importante para o organismo, a fenilalanina hidroxilase, responsável pela conversão de fenilanina em tirosina.
Por isso, se o tratamento não for feito, acontece o acúmulo de fenilalanina, que pode causar sérios problemas neurológicos, entre eles a deficiência intelectual.
A fenilcetonúria não tem cura, mas tem tratamento, que consiste em uma dieta restrita em fenilalanina, eliminando os alimentos ricos nesta enzima, tais como: todos os tipos de carne, ovos, leite e seus derivados, além de lentilha, feijão e soja.
A fenilcetonúria requer acompanhamento desde os primeiros dias de vida do bebê e pode ser identificada precocemente pelo Teste do Pezinho, gratuito e realizado pelo SUS em parceria com a APAE DE SÃO PAULO.
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Boa tarde
Meu neto tem 11 anos e ele tem fenilcentonúria
Queria escrevê-lo para que ele possa ganhar a cesta
Como faço
Oi, Mônica
Essa notícia é de 2018, não tenho informações sobre a campanha, para saber se ainda é realizada.