Reconhecida por proporcionar a inclusão de pessoas com deficiência por meio da arte, a Cia de rodas para o ar tem um valor inestimável para quem ama arte e entende a urgência em promover a inclusão por meio dela. Mas, para manter os atendimentos e as aulas, a cia de dança, fundada pelo educador físico, bailarino e produtor cultural, Clayton Brasil, precisa arrecadar 30 mil reais.
“Nosso projeto tem como objetivo proporcionar às pessoas com deficiência contato com a arte unindo a atividade em dança e cuidados do corpo e mente. Somos uma equipe de profissionais que olha para este público proporcionando atividades com acessibilidade atitudinal, proporcionando um olhar totalmente acessível desde as atividades adaptadas até o espaço físico, proporcionando às pessoas com deficiência atividades externas, proporcionando a eles qualidade de vida através das atividades físicas e o contato com a arte. Para os artistas este projeto tem grande valor, gerando renda e trazendo para a sociedade a invisibilidade dessas pessoas com deficiência”, explica Clayton.
Atualmente, as oficinas acontecem duas vezes por semana e têm duas horas de duração, sendo uma hora de oficina de dança e uma hora de apoio psicológico e social para os participantes.
Segundo Clayton, o valor arrecadado servirá para pagar a equipe, o aluguel do espaço, a manutenção de figurinos e do cenário, entre outras despesas.
Todo valor doado será triplicado. Para doar acesse o site da campanha!
De rodas para o ar
Criada em 2015, a cia de dança é reconhecida por levar artistas com deficiência para os palcos da cidade. Desta forma, ela coloca a pessoa com deficiência como protagonista por meio da arte, criando na sociedade um olhar não capacitista.
“Trabalhamos para a valorização dos profissionais da arte, criando programas de educação e aprendizado na linguagem da dança, montando espetáculos e obras que vão além das apresentações artísticas, mostrando um olhar peculiar para a acessibilidade com temas atuais criando reflexões”, explica Clayton.
