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EduEdu é indicado como estratégia para recompor déficit de aprendizagem gerado pela pandemia

O setor privado e o terceiro setor reconhecem a urgência de se unirem para apontar caminhos ágeis capazes de preencher as lacunas deixadas pela pandemia na educação. Um levantamento recente, encomendado por Itaú Social, Fundação Lemann e Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com 1.306 pais e responsáveis e 1.850 estudantes de escolas públicas, revelou que 76% das crianças em fase de alfabetização durante o período de pandemia necessitam de algum tipo de apoio para complementar o aprendizado em disciplinas como matemática, português, história e ciências.

Lançado em fevereiro, pelo Instituto Natura em parceria com a Fundação Lemann, o documento inédito Recomposição das aprendizagens: estratégias educacionais para enfrentar os desafios da pandemia, reúne experiências adotadas por redes de educação no Brasil e no mundo e endereçam três grandes desafios: o aumento da evasão escolar; o aumento das lacunas de aprendizagem; a piora na saúde mental de alunos e professores. 

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Entre as estratégias mapeadas para enfrentar esses desafios, está o EduEdu, aplicativo gratuito de alfabetização e reforço escolar com soluções tecnológicas acessíveis desenvolvido pelo Instituto ABCD.

“O EduEdu foi indicado como uma estratégia para ajudar na alfabetização de crianças e recompor aprendizagens perdidas ou impactadas pela pandemia” comenta Julia Braga, psicóloga com mestrado em educação inclusiva e gestora de educação do Instituto.

Seminário

Julia Braga é uma das convidadas Seminário de aprofundamento nas estratégias de recomposição de aprendizagens, busca ativa e saúde mental nas escolas que acontece nesta quinta-feira, dia 17 de março, das 14h às 17h

Focado em gestores e educadores, o Seminário faz parte da estratégia da Fundação Lemann e do Instituto Natura em disseminar boas práticas para superação dos desafios da educação pública agravados pela pandemia.

Julia apresenta aos participantes como funciona o EduEdu e como o aplicativo pode contribuir para personalizar o processo de alfabetização, atendendo às necessidades de cada estudante e preenchendo as lacunas causadas pela pandemia.       

Para participar do Seminário, basta fazer inscrição prévia pelo link. As vagas são limitadas

Aprendizagem por meio de experiência divertida

Indicado para crianças entre 5 e 9 anos, o aplicativo é uma solução para alunos com dificuldade de aprendizado, principalmente na leitura e escrita. A partir de uma breve avaliação diagnóstica, o EduEdu identifica em que a criança precisa melhorar, e cria atividades personalizadas para cada uma. Com elementos lúdicos e interativos que utilizam a gamificação, EduEdu procura engajar os usuários e fazer da aprendizagem uma experiência divertida.

A ferramenta ainda acompanha a evolução da criança, gerando novas atividades com músicas, vídeos, textos e jogos, tudo isso acompanhando a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).   

Juliana Amorina, fonoaudióloga e diretora-presidente do Instituto ABCD explica que o aplicativo funciona como uma ferramenta de apoio às famílias para complementar o processo de alfabetização: “Durante a pandemia, percebemos que além da aprendizagem formal, os pais também estavam preocupados com a saúde emocional de seus filhos. Por isso, lançamos um espaço socioemocional no EduEdu, que ajuda a criança a reconhecer, nomear e refletir sobre suas emoções. Este espaço também inclui orientações para os adultos apoiarem as crianças neste momento difícil”, completa.   

Sobre o Instituto ABCD 

O Instituto ABCD é uma instituição sem fins lucrativos, que trabalha desde 2009 para melhorar e desenvolver a vida de pessoas com dislexia e outros transtornos de aprendizagem, com o objetivo de que todos tenham sucesso na escola, no trabalho e na vida.  

Sobre a Fundação Lemann

A Fundação Lemann acredita que um Brasil feito por todos e para todos é um Brasil que acredita no seu maior potencial: gente. Isso só acontece com educação de qualidade e com o apoio a pessoas que querem resolver os grandes desafios sociais do país. Nós realizamos projetos ao lado de professores, gestores escolares, secretarias de educação e governos por uma aprendizagem de qualidade. Também apoiamos centenas de talentos, lideranças e organizações que trabalham pela transformação social. Tudo para ajudar a construir um país mais justo, inclusivo e avançado.

Saiba mais em: fundacaolemann.org.br

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Juliana Reis
Juliana Reishttps://www.portalacesse.com.br/
Jornalista, com mais de 20 anos de atuação, 13 deles atuando em projetos editoriais no segmento de acessibilidade e inclusão. Co-fundadora do Portal Acesse e da Ludik, agência de comunicação especializada em soluções inteligentes para auxiliar empresas que queiram promover uma comunicação para todos.
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